entre o belo da vida e a tristeza que contempla os sentidos
segunda-feira, 17 de maio de 2021
Doei-me...
sexta-feira, 7 de maio de 2021
Poeta...
Como posso eu, assim, tão cruel ser comigo ?
Como poderia o coração apagar a face de um amado?
Como poderia o tempo sempre passar deixando vácuo?
Todas interrogações dentro gritam ao som de uma guitarra
guitarra essa desafinada e descompassada...
com notas atrasadas que vão se perdendo na melodia....
com notas que deixam uma lembrança empoeirada.
Lembrança indesejada à quem não tem esperança...
à quem morre com alegrias efêmeras... Lembranças,
à quem se puni por deixar rodar o ponteiro... Cobranças.
Poeta que profetisa em suas letras o passado.
No amor que cobre as letras que nas rosas se formam
o escritor veio e ficou, sem ser lembrado.
Mas agora isso muda com o poeta profeta do passado.
Gabrielle Castaglieri e Giovane Dudivier
segunda-feira, 30 de novembro de 2020
Meu violão só quer dedilhada
Chega de batida nhenhenhem
Meu violão quer uma dedilhada
Uma bossa nova no cume do si
Meu violão quer sua dedilhada
Só mais uma batida, eu ja me perdi
Meu violão tem mais que uma entrada
É uma tora com cordas, é o buracão do
Si, e o meu violão é afinado sempre-sempre
Mesmo no "desafi(n)o" ainda rola um amor
Meu violão, meu violão, meu violão
Sem comparação ao meu violão!
Catarina Dèthon
https://youtu.be/cATXY39jiKk
esquisea freeinétic
segunda-feira, 4 de maio de 2020
segunda-feira, 20 de abril de 2020
Dejeuner pas devaner (br-fr ) pt 2/2
quarta-feira, 1 de abril de 2020
Dejeuner pas devaner (br-br lol) part 1/2
Globalização.
senão
um sim após eu não dizer que não.
Mas meu senhor! ...
Lá vem mais !
Lenine
Chegou!
Na rádio-fone (pra não dar merchan)
E logo a noite terminou
...
GSP
segunda-feira, 30 de março de 2020
segunda-feira, 16 de março de 2020
Realidade Bela II
Realidade Bela I
A Beleza
Crendo que em mim há a divergência entre querer amar e descrer de poder ser amada
Sigo com esta sublime angústia que, de tantas, é a menor.
Entre tantas me ponho a sentir o presente descontente em que me encontro
De tempestades do passado que deixaram estragos.
E para entender o propósito para nascer tão desconexa
Neste mundo disperso, mundo injusto, onde os sentidos flutuam no ar,
Só, quem sabe, a noite nos humideça os olhos e as estrelas possam nos mostrar
A beleza dos becos e a beleza dos terços,
A beleza dos ritos e a beleza das missas,
A beleza dos gritos e também a dos suspiros,
A beleza dos encontros juvenis e dos sexos selvagens,
A beleza dos dias úteis e a beleza dos finais de semana,
A beleza de uma prostituta mas também a de uma boa samaritana,
(E quem sabe boa samaritana na cama seja puta,
E puta fora da cama seja boa samaritana)
A beleza da vida e a beleza da morte,
A beleza que fortalece o fraco e faz dele forte,
A beleza dos enigmas da sorte.
Quero crer que a vida aguarda além dos meus primeiros passos
Entusiasmo para dar outros e mais outros tantos passos.
E a percepção do descontentamento seja
Encarado como um aviso pra ir com calma, não ir tão rápido,
E pensar na caminhada antes de ser trilhada.
E saber sempre que quem constrói a trilha
nunca sabe exatamente o que tem ao fim dela
E para concluí-la
é preciso esforço para retirar o que atrapalha o caminho.
GSP
Palavra Solta
Buscar uma palavra solta faria sentido pra qualquer poesia mas a palavra solta não daria tanto sentido como falar sobre a palavra solta. ta...
-
Os anjos gritam aos meus ouvidos No tentar da suprema força de dizer quem é maioral E tem mais brilho Quem alcançar as minhas palavras Tapa...
-
Buscar uma palavra solta faria sentido pra qualquer poesia mas a palavra solta não daria tanto sentido como falar sobre a palavra solta. ta...
