entre o belo da vida e a tristeza que contempla os sentidos
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Rap cause happy with Jesus !
Eu vejo um oceano calmo inundando a terra,
Eu vejo paz depois de tantas guerras,
Eu vejo alegria abundante em nações,
Eu vejo graça nas coisas onde veem decepções.
O mundo está girando, eu sei.
O Sol está aquecendo forte, eu sei.
Há guerra, há morte, eu sei.
Mas há uma paz em mim que transborda.
E que comece em mim a mudança,pois
Não vou esperar arrebentar corda,
Nãqo vou me calar em meio aos hipócritas,
Que iludem o povo com falsas palavras.
A Verdade está aí, mas nós já sabemos mentir.
Quando ilusões nos levam ao alto
Nossos pés se esquecem do chão, pode admitir!
E a mentira, muitas vezes, parece ser a saída
Porque a Verdade está sendo esquecida.
E confesso ter demorado(também)a perceber
que A verdade é a ÚNICA que eu posso recorrer.
No mundo a gente dá e recebe desmazelas
E eu sou mais uma que já foi vítima delas.
Porque nós pecamos, causamos dor,
E eu reconheço ser também um pecador.
Deus está ai falando pra você se arrepender,
Ele não diz que NO MUNDO você vai parar de sofrer.
Jesus sabe como é e quer te ajudar
a conhecer a Verdade, pois ela vai te libertar.
O fim com Deus é eternidade,
Quando, pra minha ciência, seria efêmero.
Quantas coisas com Ele eu provei com intensidade?!
A alegria, a paz, o amor, tempos serenos!
Se eu pudesse fazer com que todos O conhecessem,eu faria
Pois sei que Ele é maior que qualquer outra alegria.
Se se desprendessem de ver só as palavras do livro da Bíblia,
E procurassem também sentir o amor Dele arder no coração
Te garanto que Ele acabaria com a invasão depressão.
Deus está ai falando pra você se arrepender,
Ele não diz que NO MUNDO você vai parar de sofrer.
Jesus sabe como é e quer te ajudar
a conhecer a Verdade, pois ela vai te libertar.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Página "poesias minhas" desatualizada !
Galera, não atualizei há um tempo a página "poesias minhas", estão faltando várias para completar lá. Então, caso queiram procurar minhas poesias mais recentes, recomendo o menu dos "Arquivos do blog" no lado direito da tela (em baixo da fotografia da Bette Davis).
Breve atualizarei a página para ficar mais fácil a procura por ordem alfabética.
Obrigada pela atenção, Gabrielle Castaglieri.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Alma Deserta
Tudo do que sinto hoje são resíduos de você,
Eu te vi numa miragem no deserto das emoções,
Hoje minh'alma vaguei e vagueia e vagueia...
São poeiras de um amor sem fim...
Do não cumprir do que eu disse a você;
Do não cumprir do que você disse à mim...
Eu te vi numa miragem no deserto das emoções,
Eu te vi. Eu tentei sentir... Você desapareceu.
No deserto eu encontrei e segurei uns corações,
Eu me alegrei. Pensei em guardar... Nenhum seu!
Pensei que fosses a única fonte em meio às dunas.
Eu me atrevi, com minh'alma deserta, em te procurar...
Te procurei sentir em fontes de miragem, como aquela.
A sede não cessou, me pus a sentimentos suicidar.
Hoje minh'alma vaguei e vagueia e vagueia...
Toda alegria é uma música country e seu violão.
Alegria efêmera... Alegria traiçoeira!
Hoje só quero rolar e dançar e cantar uma canção!
Gabrielle Castaglieri
Hoje só quero rolar e dançar e cantar uma canção!
Gabrielle Castaglieri
terça-feira, 1 de maio de 2012
L'amour
Causa-me arrepio esse vento,
parece partir dos teus lábios
parece teu. Com tua dor.
Tua dor!
Cobrindo-te com folhas secas vai a brisa.
Tua alma morta, teu retrato sem cor.
Sem cor!
A carícia da mórbida vida se refazendo ...
me é presente. Me é constante seu rancor...
Há rancor!
O bucolismo das árvores se vai,
e constrange-me a tua súplica!
Vejo seu corpo se descompor.
Se descompor!
(Comment aimer? C'est l'amour?
Regarder... C'est couple éphémères!)
Efêmero, como disse-me o poeta,
foi, é e será, o que dizem ser o amor.
O amor...
Gabrielle Castaglieri
parece partir dos teus lábios
parece teu. Com tua dor.
Tua dor!
Cobrindo-te com folhas secas vai a brisa.
Tua alma morta, teu retrato sem cor.
Sem cor!
A carícia da mórbida vida se refazendo ...
me é presente. Me é constante seu rancor...
Há rancor!
O bucolismo das árvores se vai,
e constrange-me a tua súplica!
Vejo seu corpo se descompor.
Se descompor!
(Comment aimer? C'est l'amour?
Regarder... C'est couple éphémères!)
Efêmero, como disse-me o poeta,
foi, é e será, o que dizem ser o amor.
O amor...
Gabrielle Castaglieri
sexta-feira, 20 de abril de 2012
O quadro da face do Passado
Parte-me nesta hora uma saudade aguda,
um marasmo do sudeste.
Constante, infeliz!
O tempo cospe em minha cara a sua verdade,
do que se fez daquilo que se quis....
e do que se prometeu.
Nada é meu.
Nada eu fiz!
A face do Passado está presente num quadro
na sala de estar, onde converso com meus pais!
Tudo num relapso, que perfura agora... a alma!
Mudanças físicas e mentais percorrem tresloucadas.
Quero um acorde de piano, quero calma !
Quero seu solo... seu colo!
Não quero mais o querer em mim,
pois por querer a muito me detive...
Quero mais nada. Nada!
Esquecer, já não dá.
Lembrar, tornou-se dor.
Romper, não com o amor.
Gabrielle Castaglieri
um marasmo do sudeste.
Constante, infeliz!
O tempo cospe em minha cara a sua verdade,
do que se fez daquilo que se quis....
e do que se prometeu.
Nada é meu.
Nada eu fiz!
A face do Passado está presente num quadro
na sala de estar, onde converso com meus pais!
Tudo num relapso, que perfura agora... a alma!
Mudanças físicas e mentais percorrem tresloucadas.
Quero um acorde de piano, quero calma !
Quero seu solo... seu colo!
Não quero mais o querer em mim,
pois por querer a muito me detive...
Quero mais nada. Nada!
Esquecer, já não dá.
Lembrar, tornou-se dor.
Romper, não com o amor.
Gabrielle Castaglieri
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Saudosista...
O saudosismo que vagueia empoeirado pela sala
é evidente no olhar do pianista concentrado,
e nas folhas secas vistas pela janela entreaberta.
Tudo contribui. Tudo é memória. Tudo é saudade.
As vozes e os ruídos que ecoam pela casa
são nossas conversas das tardes tardias,
que dançam ao balançar das cortinas brancas.
Tudo contribui. Tudo é memória. Tudo é saudade.
Inconformo-me sem teus sorrisos, tuas besteiras, teu amor,
e em nudez protesto (deitada no chão), a falta que me faz
as tuas carícias, teu afeto e, confesso, não dei valor.
Tudo contribui. Tudo é memória. Tudo é saudade.
(Casa sem móveis. Ecoa o choro. Toda a minha dor.)
Rolo pelo chão, juntando as poeiras na pele.
Fixam-se em mim os fardos da recordação,
e tudo o que eu queria agora, de volta,
eram os seus dedos entrelaçando-se em meus cabelos...
Tudo contribui. Tudo é memória. Tudo é saudade.... e dor.
Gabrielle Castaglieri
é evidente no olhar do pianista concentrado,
e nas folhas secas vistas pela janela entreaberta.
Tudo contribui. Tudo é memória. Tudo é saudade.
As vozes e os ruídos que ecoam pela casa
são nossas conversas das tardes tardias,
que dançam ao balançar das cortinas brancas.
Tudo contribui. Tudo é memória. Tudo é saudade.
Inconformo-me sem teus sorrisos, tuas besteiras, teu amor,
e em nudez protesto (deitada no chão), a falta que me faz
as tuas carícias, teu afeto e, confesso, não dei valor.
Tudo contribui. Tudo é memória. Tudo é saudade.
(Casa sem móveis. Ecoa o choro. Toda a minha dor.)
Rolo pelo chão, juntando as poeiras na pele.
Fixam-se em mim os fardos da recordação,
e tudo o que eu queria agora, de volta,
eram os seus dedos entrelaçando-se em meus cabelos...
Tudo contribui. Tudo é memória. Tudo é saudade.... e dor.
Gabrielle Castaglieri
terça-feira, 6 de março de 2012
Vida
Morte diária. Constante mudança.
Nunca um sempre. O ponto. Desencontro.
Evolução. Criação. Reação.
Tempo perdido. Horas errôneas.
Instante eterno. Questões perturbadoras.
Vida que se cria. O tudo é dela. Nada sem ela.
Vida que dá vida.Vida que dá morte.
Vida que nada se dá.
Nela o respirar. O universo.
O abstrato. O erro. O incerto.
O concreto. O certo. O inverso.
Nela a partida. O recomeço.
O sempre-sempre. Alvorecer.
Após a morte. O renascer.
Vida, que beija a morte e se refaz.
Vida. Sem mais.
Gabrielle Castaglieri
Nunca um sempre. O ponto. Desencontro.
Evolução. Criação. Reação.
Tempo perdido. Horas errôneas.
Instante eterno. Questões perturbadoras.
Vida que se cria. O tudo é dela. Nada sem ela.
Vida que dá vida.Vida que dá morte.
Vida que nada se dá.
Nela o respirar. O universo.
O abstrato. O erro. O incerto.
O concreto. O certo. O inverso.
Nela a partida. O recomeço.
O sempre-sempre. Alvorecer.
Após a morte. O renascer.
Vida, que beija a morte e se refaz.
Vida. Sem mais.
Gabrielle Castaglieri
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Soneto "Outra Vez"
Deixar amanhecer outra vez.
Deixar desacelerar, outra vez, o coração.
Deixar passar o momento e a insensatez.
Deixar e deixar e deixar, outra vez.
Fazer o alvorecer e o orvalho serem,
outra vez, o renascer do amanhã.
Fazer, outra vez, a pausa perante a brisa.
Fazer e fazer e refazer, outra vez.
Sorrir contra os pensamentos, outra vez.
Sorrir até que os lábios se sequem.
E, outra vez, sorrir e sorrir e fingir.
Ouvir com calma o canto de um velho
que, com voz serena, delicia a melodia
E, mais uma vez, ouvir e ouvir e...
Gabrielle Castaglieri
Deixar desacelerar, outra vez, o coração.
Deixar passar o momento e a insensatez.
Deixar e deixar e deixar, outra vez.
Fazer o alvorecer e o orvalho serem,
outra vez, o renascer do amanhã.
Fazer, outra vez, a pausa perante a brisa.
Fazer e fazer e refazer, outra vez.
Sorrir contra os pensamentos, outra vez.
Sorrir até que os lábios se sequem.
E, outra vez, sorrir e sorrir e fingir.
Ouvir com calma o canto de um velho
que, com voz serena, delicia a melodia
E, mais uma vez, ouvir e ouvir e...
Gabrielle Castaglieri
Desculpe!
Será que, ainda que triste, poderás entender?
Que o que reside em mim resiste, e não se faz ceder.
Que o que descubro (tarde) que existe, em mim faz doer.
Que hoje choro por ti, e não sei como te dizer (o porque).
Hoje observo o céu rosado, desse lindo amanhecer,
E ele me traz algo seu, e só preciso te devolver.
Mas não sei, querido, não sei como te remeter...
Coitado de ti! Querias tanto um amor...
Coitado de ti! Pois eu só te trouxe mais dor.
Coitado... Desculpe! Por seu sorriso descompor.
Gabrielle Castaglieri
Que o que reside em mim resiste, e não se faz ceder.
Que o que descubro (tarde) que existe, em mim faz doer.
Que hoje choro por ti, e não sei como te dizer (o porque).
Hoje observo o céu rosado, desse lindo amanhecer,
E ele me traz algo seu, e só preciso te devolver.
Mas não sei, querido, não sei como te remeter...
Coitado de ti! Querias tanto um amor...
Coitado de ti! Pois eu só te trouxe mais dor.
Coitado... Desculpe! Por seu sorriso descompor.
Gabrielle Castaglieri
Caro amigo Tananã,
Coisas vêm acontecendo
enquanto esta noite vai cedendo
para o sol resplandecer .
Minha escuridão está morrendo,
e a aurora está acendendo
um outro amor para viver.
Venho te admirando
A cada dia mais te amando
dum jeito que eu não sei dizer.
Posso até estar delirando,
estar até já inventando
sentimentos por você...
Gabrielle Castaglieri
enquanto esta noite vai cedendo
para o sol resplandecer .
Minha escuridão está morrendo,
e a aurora está acendendo
um outro amor para viver.
Venho te admirando
A cada dia mais te amando
dum jeito que eu não sei dizer.
Posso até estar delirando,
estar até já inventando
sentimentos por você...
Gabrielle Castaglieri
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Delírios inquietos do amanhã
O assistir da caminhada do Sol perante as nuvens
É delirante inquietação do esperançoso amanhã.
Vê-lo descendo lentamente no imenso céu azul
E senti-lo aquecendo todo o corpo ao meio-dia
É como volúpia crescente e cheia de ardor.
E quando a noite chega a sensação é transbordante,
Então sou toda reflexo de um ardor, de um amor.
A pele sente a brisa, e o calor corre pelas ruas.
Tudo vira uma pintura ao delicado brilho da lua.
E a ansiedade predomina, os olhos se cansam.
A hora passa vagarosa, sem se deixar notar.
Mesmo pela luz das estrelas, tudo passa devagar.
E em cada bocejar há o medo de dormir,
E assim perder a hora de acordar e acompanhar
Cada passo da caminhada diária do Sol,
Cada brilho de esperança enviado nos teus raios.
E quando o Sol vem aparecendo atrás dos prédinhos,
A cidade inteira vai clareando, e o calor vai acendendo
A fé nas almas e nos corações dos apaixonados.
E tudo passa ter vida nova, novos ares, novas cores,
E eu fico acompanhando cada passo do Sol, delirando,
Imaginando diversas aventuras que o amanhã me aguarda.
Enquanto isso o vento vai levando o tempo consigo,
E eu vou ficando num espaço mofado, empoeirado,
E eu vou me iludindo, vou te deixando pro futuro
E eu vou, desvairada, esquecendo-me pouco a pouco
Do porquê da minha rotina atrapalhada e delirante,
Do porquê de ter esquecido-me de mim,
E ter-me deixado aproximar-me do fim.
Gabrielle Castaglieri
É delirante inquietação do esperançoso amanhã.
Vê-lo descendo lentamente no imenso céu azul
E senti-lo aquecendo todo o corpo ao meio-dia
É como volúpia crescente e cheia de ardor.
E quando a noite chega a sensação é transbordante,
Então sou toda reflexo de um ardor, de um amor.
A pele sente a brisa, e o calor corre pelas ruas.
Tudo vira uma pintura ao delicado brilho da lua.
E a ansiedade predomina, os olhos se cansam.
A hora passa vagarosa, sem se deixar notar.
Mesmo pela luz das estrelas, tudo passa devagar.
E em cada bocejar há o medo de dormir,
E assim perder a hora de acordar e acompanhar
Cada passo da caminhada diária do Sol,
Cada brilho de esperança enviado nos teus raios.
E quando o Sol vem aparecendo atrás dos prédinhos,
A cidade inteira vai clareando, e o calor vai acendendo
A fé nas almas e nos corações dos apaixonados.
E tudo passa ter vida nova, novos ares, novas cores,
E eu fico acompanhando cada passo do Sol, delirando,
Imaginando diversas aventuras que o amanhã me aguarda.
Enquanto isso o vento vai levando o tempo consigo,
E eu vou ficando num espaço mofado, empoeirado,
E eu vou me iludindo, vou te deixando pro futuro
E eu vou, desvairada, esquecendo-me pouco a pouco
Do porquê da minha rotina atrapalhada e delirante,
Do porquê de ter esquecido-me de mim,
E ter-me deixado aproximar-me do fim.
Gabrielle Castaglieri
Assinar:
Postagens (Atom)
Palavra Solta
Buscar uma palavra solta faria sentido pra qualquer poesia mas a palavra solta não daria tanto sentido como falar sobre a palavra solta. ta...
-
Os anjos gritam aos meus ouvidos No tentar da suprema força de dizer quem é maioral E tem mais brilho Quem alcançar as minhas palavras Tapa...
-
Buscar uma palavra solta faria sentido pra qualquer poesia mas a palavra solta não daria tanto sentido como falar sobre a palavra solta. ta...