sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Bendita vida.

Minhas desilusões constantes
Passam por mim e gozam
Disfarço e sigo adiante
(bendita ignoração!)

Meu rosto está farto
De ser visto, e ver o que vos falam
Tenho de carregar o fardo
(bendita maldição!)

Alegrias são relíquias
Das quais tenho de encontrar
Ao amanhecer do dia
Ponho-me a procurar
(bendita agitação!)

Será bendita essa vida?
Da qual tenho que enfrentar
Minha afeição já está servida
À quem conseguir amar.

Gabrielle Portella

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