Não há tempo, não há regras
que imponha sentimento
mas se temos de esperar
que se passe esse tempo
Pela estrada cavalgaremos
sem precisar usar cabresto
Vejo a felicidade que teremos...
mas tudo tem o seu preço.
Oh amigo, oh amado,
esperem-me e chegarei
creia que em curto prazo
os verei e os contentarei
Quero manter nessa viagem
duas querubins pra me ajudar
nada melhor que a amizade
para, na escuridão, clarear.
Sinto assim tão forte
algo que arde dentro em mim
podem chamar de sorte
porque venceremos ao fim.
Cavalgaremos pelo tempo
com trotes, sem se apressar
que nos dê forças o vento
e certamente chegaremos lá.
Gabrielle Portella
Obs.: Essa poesia eu fiz com base no número quatro. Quatro anos, quatro pessoas , quatro patas (do cavalo), quatro versos em cada estrofe.... enfim, o número quatro foi o coadjuvante dessa história.
Por que 4? Porque muitas promessas que eu fiz e muitos desejos que eu tenho envolvem 4 anos e 4 pessoas, estas são: Monielly, Bia Dourado, Rafael Renhe e uma outra pessoa (prefiro deixar no anonimato). Bom, é só isso. bjs.
Comentário acrescentado no dia 01/10 : As promessas continuam, mas os desejos morreram!! Sempre renovo meus desejos, graças à Deus.
entre o belo da vida e a tristeza que contempla os sentidos
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Palavra Solta
Buscar uma palavra solta faria sentido pra qualquer poesia mas a palavra solta não daria tanto sentido como falar sobre a palavra solta. ta...
-
Buscar uma palavra solta faria sentido pra qualquer poesia mas a palavra solta não daria tanto sentido como falar sobre a palavra solta. ta...
Nenhum comentário:
Postar um comentário