quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Soneto Terras Longínquas

Minhas terras tão longínquas
são difíceis de avistar,
nem um ser aqui habita.
Venha-me desbravar

Viaje na imensidão
do mar com o seu veleiro.
Este mar é mansidão,
não se preocupe com o tempo

Se já me amas venha amar
essa terra que eu preparo,
basta apenas viajar...

Nada é difícil com amor
a bravura se torna afável,
embarque com todo furor.

Gabrielle Portella 

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